Quando João Dantas começou a cuidar do comercial do Natal Dunnas Hotel, por volta de abril e maio de 2023, o hotel vendia em torno de R$ 10 mil por mês. Antes de mexer em anúncio, ele fez um diagnóstico. Neste corte do Hotel Growth Podcast, João conta o que olhou primeiro e o que encontrou: um site quebrado, uma barra de check-in que não funcionava e nenhuma tag de rastreamento instalada.
É um roteiro prático para quem está assumindo o marketing de um hotel ou pousada e quer saber por onde começar.
Primeiro passo: uma planilha com os concorrentes
A primeira ação de João foi abrir uma planilha e listar de 5 a 7 concorrentes. Para cada um, ele analisou:
- o site e o motor de reservas;
- como trabalhavam o Instagram;
- se anunciavam, e onde: Google, Facebook ou os dois.
A comparação trouxe três conclusões. O motor de reservas do hotel era bom, o mesmo usado por um dos melhores concorrentes. Havia espaço na precificação, tanto em períodos para cobrar menos quanto em períodos para cobrar mais. E existia um gargalo no WhatsApp: as publicações eram impulsionadas e levavam direto para a conversa, estratégia que João considerou um erro e propôs cortar, mesmo sabendo que seria uma conversa difícil com a gestão do hotel.
O site não era feio, era quebrado
João faz questão de separar estética de funcionamento. Ele nem lembra se o site era bonito. Lembra que havia páginas que não existiam, layouts em branco e uma barra de check-in e check-out na primeira rolagem da home que não respondia: o hóspede colocava a data e nada acontecia. O hotel perdia venda ali mesmo. O site novo já estava em desenvolvimento havia um ano, sem conclusão.
Por trás disso havia um problema maior: nenhuma tag no site, nenhum Meta Pixel, nenhum tipo de rastreamento.
"Eu sabia que mesmo que o site estivesse bom, a gente não ia ter performance, porque a estrutura estava mal configurada." João Dantas
Na conversa, a Reprotel reforça o ponto: um site bonito é bom, mas o que importa é o foco em conversão, trazer para dentro dele o desejo pelo destino e mostrar por que o hotel é a melhor opção de hospedagem. Com o site funcionando, o resultado em conversão aparece antes mesmo de ligar a mídia paga.
Por que rastrear um hotel é mais difícil
João vinha do e-commerce, onde tinha a própria loja. Lá a plataforma é de quem vende e a configuração é simples: coloca o ID da tag e pronto. Na hotelaria, ele não entendia como seria possível rastrear uma venda que acontece dentro de um motor de reservas de terceiro.
A explicação do episódio é que a hotelaria é um "puxadinho" de sistemas: o motor é de uma empresa, o chatbot de outra, o site de outra, o PMS de outra. Deixar tudo isso rastreado exigiu da Reprotel muito tempo construindo processos internamente.
Foi essa dúvida que levou João a buscar uma agência especializada em hotelaria no Google, onde a Reprotel apareceu em primeiro, nos anúncios e no orgânico. Na consultoria gratuita, recebeu um vídeo que respondia exatamente o que ele queria saber: o site aberto na tela, o que estava quebrado, o que faltava e onde o rastreamento seria feito.
Vale assistir à conversa completa no Hotel Growth Podcast. Se você quer aprofundar no canal que João considerava o gargalo, a masterclass "WhatsApp que gera Reserva Direta" é dele. E se quiser o mesmo diagnóstico para o seu hotel, solicite a consultoria gratuita da Reprotel.